Logo depois, “Pontes que nos unem” trouxe ao palco um dos momentos mais fortes da noite: a celebração da inclusão, da diferença e da dignidade de todos.
Com malas, passageiros apressados e a última chamada para o voo, o Polivalente transformou-se num aeroporto simbólico. O voo BE-ESHM levou-nos pela Europa, Ásia, África e América, numa viagem feita de poesia, música, dança, teatro, alegria e aprendizagem.
Cada atuação abriu uma janela para o mundo e construiu pontes de cultura, respeito, tolerância, proximidade e enriquecimento cultural. No final, o projeto Ressonâncias juntou vozes, memórias e afetos num verdadeiro encontro de culturas.
O voo terminou, mas as pontes permanecem. Porque a arte aproxima, a escola transforma e a vida ganha sentido quando é partilhada.

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